numa ilha.
cais e pedras.
e havia o passar das horas. mil horas num único dia (ou mil dias numa única hora).
o verdeazul cristalino e o pôr-do-sol. era mercado. era mergulho com asas.
e havia avô, avó, primos de longe que nunca conheci.
donada eu dirigia desgovernadamente um carro antigo, pela noite. supondo seu mecanismo e com fé na trajetória. e muitas ruas, desconhecidas e luminosas. a praia longe.
um cachorro, que podia ser um gato, que podia ser um pássaro.
e minha quarta avó, ou o gato, ou o mergulhador, me disseram que eu sabia que nunca estaria sozinha. ou sempre estaria sozinha? segundo me diziam, é uma coisa que eu já sei, então não me importa o que disseram. disseram as duas coisas.
alguém me deu sua bênção, e me disse que a comida estava ótima.
outra inês.
Fonte do Pinheiro
Há 4 meses
Por vezes deliciosamente sós
ResponderExcluirmas nunca isolados
Bem-vinda ao meu mar