o olhar da minha mãe uma ferida que nunca estanca aberta insistente doída o suspiro do meu pai quanto lamento quanta distância e desespero o inevitável fim cada vez mais próximo, e a infância lá looonge... com carinhos surpresas e ideias novas planos sonhos delicadezas...
quero uma pele novinha quero tapar buracos curar essas doenças estranhas quero que ninguém chore mais por mim esse monstro de ansiedade e ódio em que me transformei.
a velhice é triste.
inês.
Fonte do Pinheiro
Há 4 meses